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Fogos da Meia-Noite
O que é que sobrará de nós quando o relógio bater zero-hora? "Uma leitura visceral, impactante e necessária". Vem passar essa madrugada comigo?
Reginaldo Andrade
2/6/20262 min read


Resenha da leitora Brenda Regis
"Esse é um daqueles livros que chegam de mansinho, mas deixam um impacto profundo. Uma história intensa, sensível e cheia de significado, que me fez refletir muito sobre a vida e sobre estar presente, não só para nós mesmos, mas também para quem caminha ao nosso lado.
A escrita é fluida e envolvente. Daquelas que fazem a leitura acontecer quase sem esforço, enquanto o coração vai ficando cada vez mais apertadinho. 💛
O livro fala sobre recomeços, sobre perdas silenciosas e sobre como, mesmo em momentos que deveriam ser só festa, nostalgia ou celebração, como o fim do ano e o Natal, às vezes, nós nos perdemos de nós mesmos.
E é exatamente aí que a história brilha: ao mostrar que a vida, mesmo quando parece escurecer, ainda guarda beleza, ainda oferece segundas chances e novos jeitos de enxergar o mundo. ✨
O final me emocionou de verdade. É daqueles que tocam fundo, que fazem a gente respirar fundo e repensar escolhas, presenças e ausências. Terminei a leitura com o coração sensível, mas também com esperança, aquela esperança bonita de que sempre é possível recomeçar e voltar a sentir a vida pulsar. 🌙🎇
Uma leitura linda, intensa e necessária. Recomendo muito. 🫶🏻📖"
Instagram: @brehbooks
Sinopse:
A meia-noite marca o ponto onde o dia chega ao fim.
É o instante em que a culpa, o medo e a verdade se cruzam — e nenhum deles sai ileso.
Um policial à beira do colapso emocional. Um sargento que aprendeu a resistir sem se vitimizar. Uma menina que carrega a inocência ferida. E um homem que, moldado pela miséria e, sobretudo por suas escolhas, se torna o próprio reflexo da injustiça que o criou.
Em meio à escuridão moral, cada um desses personagens será levado ao limite. Entre o dever e o arrependimento, entre a vingança e a redenção, descobrem que o verdadeiro inimigo talvez esteja dentro de si mesmos.
Com linguagem intensa e sensível, Reginaldo Andrade entrega um conto policial com alma literária — uma jornada pelos labirintos da mente e pelas sombras da sociedade.
Inspirado na epígrafe de Albert Camus, Fogos da Meia-Noite fala sobre o abismo que nos habita — e sobre o “verão invencível” que ainda resiste no coração humano.
